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"Muitas pessoas pensam que a felicidade somente será possível depois
de alcançar algo, mas a verdade é que deixar para ser feliz amanhã é
uma forma de ser infeliz."
(ROBERTO SHINYASHIKI) |
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| Categoria:
Amor ao Próximo |
♥ Um Gesto de Amor |
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Um garoto pobre, com cerca de doze anos de
idade, vestido e calçado de forma humilde, entra na loja, escolhe um
sabonete comum e pede ao proprietário que embrulhe para presente.
- "É pra minha mãe", diz com orgulho.
O dono da loja ficou comovido diante da singeleza daquele presente.
Olhou com piedade para o seu freguês e, sentindo uma grande
compaixão, teve vontade de ajudá-lo.
Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete comum, algum
artigo mais significativo. Entretanto, ficou indeciso: ora olhava
para o garoto, ora para os artigos que tinha em sua loja.
Devia ou não fazer? O coração dizia sim, a mente dizia não. O
garoto, notando a indecisão do homem, pensou que ele estivesse
duvidando de sua capacidade de pagar.
Colocou a mão no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e as
colocou sobre o balcão.
O homem ficou ainda mais comovido quando viu as moedas, de valor tão
insignificante. Continuava seu conflito mental. Em sua intimidade
concluíra que, se o garoto pudesse, ele compraria algo bem melhor
para sua mãe.
Lembrou de sua própria mãe. Fora pobre e muitas vezes, em sua
infância e adolescência, também desejara presentear sua mãe. Quando
conseguiu emprego, ela já havia partido. O garoto, com aquele gesto,
estava mexendo nas profundezas dos seus sentimentos.
Do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso. Alguma
coisa parecia estar errada. Por que o homem não embrulhava logo o
sabonete? Ele já escolhera, pedira para embrulhar e até tinha
mostrado as moedas para o pagamento. Por que a demora? Qual o
problema?
No campo da emoção, dois sentimentos se entreolhavam: a compaixão do
lado do homem, a desconfiança por parte do garoto.
Impaciente, ele perguntou:
- "Moço, está faltando alguma coisa?"
- "Não", respondeu o proprietário da loja. “É que de repente me
lembrei de minha mãe. Ela morreu quando eu ainda era muito jovem.
Sempre quis dar um presente para ela, mas, desempregado, nunca
consegui comprar nada”.
Na espontaneidade de seus doze anos, perguntou o menino: - "Nem um
sabonete?"
O homem se calou. Refletiu um pouco e desistiu da idéia de melhorar
o presente do garoto. Embrulhou o sabonete com o melhor papel que
tinha na loja, colocou uma fita e despachou o freguês sem responder
mais nada.
A sós, pôs-se a pensar. Como é que nunca pensara em dar algo pequeno
e simples para sua mãe? Sempre entendera que presente tinha que ser
alguma coisa significativa, tanto assim que, minutos antes, sentira
piedade da singela compra e pensara em melhorar o presente
adquirido.
Comovido, entendeu que naquele dia tinha recebido uma grande lição.
Junto com o sabonete do menino, seguia algo muito mais importante e
grandioso, o melhor de todos os presentes: o gesto de amor! |
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Palavras Escritas por:
Autor Desconhecido |
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"Não
se preocupe se, de repente, a pessoa que amava se foi.
Conscientize-se que amores entram e saem de nossas vidas. Porém, o
verdadeiro amor fica para sempre!"
(INÁCIO DANTAS) |
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